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MUDEI!

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Você conhece o primeiro vídeo do YouTube?

Não é nenhum clássico, talvez você nunca tenha ouvido falar!

O primeiro vídeo postado no YouTube é de um dos fundadores do site, Yakov Lapitsky, no Zoo de San Diego, comentando o quanto acha grande as trombas dos elefantes que ele vê na jaula.

Desde 23 de abril de 2005, quando foi postado, até hoje o vídeo já foi visto mais de 4.352.892 vezes!

E o vídeo mais assitido, você sabe qual é?

Charlie bit my finger!

É esse aí. Você já deve ter visto. Se ainda não viu, aperta o play!

Esse videozinho simpático do bebezinho mordendo o dedo do irmãozinho dele foi visto mais de 283 milhões de vezes!

Fonte: Mashable

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Walkman ou iPod?

Sir Howard Stringer, CEO da Sony, primeiro presidente não-japonês da companhia, diz em entrevista que a Apple é uma butique sofisticada, mas que quem revolucionou a forma de ouvir música foi a Sony, com o Walkman, não a Apple, com o iPod.

Vale a pena assistir a essa entrevista que foi ao ar no Espaço Aberto, da Globo News. http://glo.bo/fGn4vN

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Configurando amizades no Facebook

Li a nota que circula no Facebook há alguns dias sobre a configuração automática do mural para mostrar apenas feeds de notícias dos amigos com quem interagimos com mais frequência. Uns contestam, acham um absurdo esconder o que fazem a maior parte de seus amigos. Outros, muito poucos, aliás, quase ninguém, não viram nada demais na novidade. Mas por que ninguém se deu conta disso antes?

Nas redes sociais a gente quase que se sente ao lado dos nossos amigos e conhecidos incessantemente, sabemos o que estão fazendo a todo instante, onde estão e para onde estão indo, de onde estão voltando, vemos suas fotos, de suas famílias, de seus amigos e dos amigos dos seus amigos. Enfim, se antes para saber disso tudo você precisava ligar para um amigo, bater um papo, mandar um email, perder um tempo para iniciar um diálogo, ir atrás do que eles estavam fazendo, hoje você não tem escolha, seus amigos estão lhe dizendo o tempo todo o que estão fazendo e onde. E você, de certa forma, chega até a criar uma “paranóia” porque não consegue acompanhar “all the time” tudo que eles estão postando nas redes sociais. É claro que não é assim com todos. Como classifica Charlene Li, nas redes sociais existem os criadores, os participantes, os espectadores e até os inativos.

Mas quem consegue acompanhar o que nossas centenas de amigos dizem e fazem no Facebook o tempo inteiro, 24 horas por dia? Todos os seus comentários, seus links, fotos, “curtir”!? Antes disso, são mesmo nossos amigos? Por que estamos tão interessados em saber o que todas essas pessoas, algumas delas das quais ouvíamos falar raramente, estão fazendo agora? Para quê? Eu não tenho uma resposta em definitivo, mas voyeurismo não é uma coisa recente, existe há séculos.

Por um lado, é mesmo uma atitude estranha, pouco compreensível para com a maior rede social do mundo que eles tenham escondido da gente essa opção de configuração, sem sequer nos dizer que ela existia, explicar que seria possível escolher entre mostrar as atividades recentes de todos ou apenas dos amigos com quem mais interagimos. Mas até então ninguém tinha sentido falta dessa opção. Tudo bem, algumas pessoas comentaram, sim, ouvi uns e outros dizendo que achavam estranho que muitos de seus amigos pouco interagiam, não apareciam por ali apesar de terem perfil ativo. Mas vida que segue, vamos em frente, continuamos usando e abusando do Facebook, curtindo, vibrando, compartilhando etc etc etc.

A atitude pode até ser arrogante, mas o Facebook fez on-line o que, quase invariavelmente, fazemos no off-line: nós interagimos com frequência com poucos, pouquíssimos daqueles amigos conectatdos na rede. Aí você pode me dizer: não interessa, interajo pouco no off-line, mas a rede social é exatamente para que eu possa interagir mais com todos. Depende. Depende do que você chama de interação.

Para uma galera, talvez o pessoal na faixa dos 35 anos, interagir tem mais a ver com se encontrar, ver um amigo, beber uma cerveja num bar e as redes sociais servem para fortalecer laços que surgiram no off-line, aproximam no on-line e permitem maior “proximidade” para trocar ideias pessoal ou virtualmente. Para uma outra galera, certamente os mais novinhos, interagir pode ser um “curtir”, um bate papo no próprio Facebook, um comentário no post do outro, uma marcação na foto de alguém. Enfim, tirem suas próprias conclusões sobre o que seja interagir. Para mim, a configuração no Facebook está mais para o primeiro grupo, afinal, mesmo com centenas de amigos nunca vamos conseguir interagir com todos eles. Então, pode ser melhor e mais proveitoso saber o que fazem nossos amigos mais “próximos”, com quem trocamos ideias on-line, nos encontramos de vez em quando, isso é, se são essas as mesmas pessoas com quem mais interagimos também nas redes sociais. Mas isso aqui é tudo e apenas especulação, você pode contribuir com a sua opinião. Diz aí, o que você acha?

 

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Google contratará mais de 100 no BR em 2011

Em entrevista para a revista Exame.com, a diretora de RH para o Google América Latina, Monica Santos, anunciou que pretende aumentar em até 50% o número de funcionários na região. Cerca de 200 profissionais devem ser recrutados, somando o maior número de contratações desde que a empresa começou a atuar na América Latina, com a inauguração do escritório brasileiro em 2005.

Na semana passada, o Google anunciou que pretende contratar esse ano mais de 6000 novos funcionários e que 100 vagas desse total devem ser destinadas ao Brasil, divididas entre os escritórios de São Paulo e Belo Horizonte.

As vagas devem se destinar principalmente a desenvolvedores de aplicativos móveis. “Há muitas oportunidades de negócios na América Latina. O Brasil, de fato, é a bola da vez. Mas também estamos expandindo nossa operação para outros países como Peru, Chile e Colômbia”, afirma Monica.

Ela também destaca que o Google tem recrutado muitos recém-formados, pois o número de pessoas que têm uma bagagem longa no mercado online ainda é limitado. Monica completa que esses profissionais recebem apoio e se desenvolvem dentro da empresa.

Fonte: Info Exame 01/Fevereiro

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Por que a Antropologia, não a Engenharia? O perfil do profissional de Mídias Sociais

Publicado no blog Mídias Sociais, em 24 de janeiro, o post Social Media e Antropologia do Consumo: o nascimento de um novo perfil profissional, parece mais um daqueles de alguém puxando a sardinha pro seu lado na hora de defender a quem cabe o direito sobre certa atividade. Muito parecido com a “briga” entre jornalistas e relações públicas a respeito de quem cuida da assessoria de imprensa.

A autora, cientista social que atualmente está cursando especialização, onde desenvolve uma pesquisa no campo da antropologia, chama a atenção da oportunidade que surge para profissionais dessa área, mais especificamente aqueles que trabalham com antropologia do consumo. Concordo até certa parte do texto com o ponto de vista dela quando discorre sobre as características de um antropólogo e seu método etnográfico atuando nas redes sociais para entender o comportamento do consumidor e um pouco da relação das pessoas nas redes sociais. Mas julgo radical a opção por dizer que o post, reduzido e restrito a tal área de atuação do conhecimento, possa contribuir para a discussão sobre o perfil do profissional habilitado para trabalhar com mídias sociais e os contornos  que o mercado está tomando. Trata-se de uma opinião particular, nada contra a antropologia, o consumo, as Ciências Sociais, tampouco a autora. O objetivo aqui é demonstrar que, para mim, faltou dizer muita coisa sobre as competências desse “novo profissional” e os rumos do mercado nessa área.

Para começar, por que chamá-lo de “novo profissional? Esse profissional já está no mercado faz tempo. Assistente ou analista de redes sociais, gerente de redes sociais, gerente de novas mídias, não importa como se chama. Grande parte desses cargos hoje é ocupada por jornalistas, publicitários, relações públicas, administradores e até engenheiros. O que esses profissionais fizeram que os levaram aos atuais cargos foi não parar de se atualizar, de se informar, buscar conhecimento, familiaridade com novas tecnologias. Primeiro em suas áreas, depois, estendendo aos poucos um conjunto dessas habilidades, somadas às de suas formações, a outras áreas das empresa. E assim, as companhias encontraram em seus quadros pessoas com as competências e qualidades necessárias para assumir tais cargos.

É fato, as empresas estão mesmo buscando profissionais de Comunicação principalmente para cargos na área de mídias sociais. Ou colocando em uma área tão estratégica como essa pessoas que são apenas usuários mais ativos nas redes sociais. Erros. Gravíssimos. Não é necessário restringir a formação desse profissional, afinal, outras áreas podem contribuir tanto quanto as áreas de Comunicação, depende mais do profissional do que exclusivamente de sua formação. E colocar numa posição de analista ou gerente de mídias sociais um usuário que lida bem com vários perfis nas redes é pior ainda. Essa pessoa pode saber tudo sobre as funcionalidades dos sites de relacionamento, mas nem sempre sabe com que estratégia se deve agir para dialogar com clientes. Conheço muitos casos assim. Verdadeiros desastres. Como mesmo disse a autora, os perfis e sites nas redes sociais de empresas que fazem isso servem única e exclusivamente para dizer “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” ou divulgar promoções. Interação? Diálogo? Ouvir? Longe disso…

É preciso levar em consideração que um profissional que lida com redes sociais deveria compreender bem o que se passa por trás daquelas conexões, “amizades”, relações, conteúdos gerados por usuários. Seria importante conhecer as implicações das relações humanas com os computadores, dos computadores entre eles e dos indivíduos com os indivíduos através dos computadores. Assim, não basta que seja um antropólogo, um cientista social ou um relações públicas, é necessário que seja um pesquisador nato, um curioso, uma pessoa atenta, interessada em tecnologia e que consiga ligar o conhecimento científico às práticas de mercado. Conhecimento científico para entender as estruturas das redes, suas finalidades, conexões, afinal, redes sociais existem antes da Internet. E práticas de mercado porque, como disse a autora do texto, conhecimentos sobre atendimento a clientes e relacionamento são fundamentais nessa área.

Acredito que o profissional que está se formando para trabalhar com mídias sociais deve ter a perspectiva não apenas antropológica, pois essa é somente uma das abordagens para atuar nesse campo. Ele deve, sim, ter a visão do todo, ou seja, enxergar Administração, Comunicação, Linguagens, Matemática, Estatística, Sociologia e Psicologia em toda a estrutura das redes sociais, suas conexões e atores sociais que fazem parte do meio (leia-se como atores sociais representações ou construções identitárias – RECUERO, 2001 – ou seja, a representação on-line de cada indivíduo, que pode ser desde um perfil no Orkut, no Facebook, no Twitter ou um site, weblog, fotolog etc).  A questão que se põe é a seguinte: onde encontrar um profissional com uma formação tão vasta e completa assim? As universidade estão longe de formar esses profissionais, de capacitar as pessoas para abarcar conhecimento em vez de teorias. Logo, surge aí uma lacuna no mercado: formar e capacitar pessoas para assumir cargos ligados às mídias sociais.

Quanto ao método para investigação nas redes sociais, ele não precisa ser necessariamente a etnografia, dominada pelos antropólogos. Já existe um tipo de observação para a Internet chamado “netnografia” (nethnography = net + ethnography). O neologismo foi originalmente cunhado por um grupo de pesquisadores/as norte-americanos/as, Bishop, Star, Neumann, Ignacio, Sandusky & Schatz, em 1995, para descrever um desafio metodológico no trato com esses materiais: preservar os detalhes ricos da observação e campo etnográfico usando o meio eletrônico para “seguir os atores” (BRAGA, 2008). Não vou entrar em detalhes sobre a netnografia, mas resumidamente seria uma maneira de observar as pessoas e seus rastros na internet, o que é possível pelo histórico dos atores que nunca é apagado nas redes, salvo raras exceções. Mas se você quiser mais detalhes sobre a técnica, leia o livro da professora Adriana Braga que indico no final como bibliografia.

Bem, eu poderia estender esse post numa longa discussão ainda, mas prefiro voltar aqui outras vezes e trocar ideias com vocês, ouvir suas opiniões antes de seguir. Ainda gostaria de falar mais da  questão da interação mediada por computador, dos atores e elementos nas redes sociais, sobre o que faz o profissional que trabalha hoje com mídias sociais (que na minha opinião é bem diferente do que disse a autora daquele texto, quando afirmou que “basicamente fazem criação de conteúdo e monitoramento de redes sociais”), enfim. Tem muita oportunidade e discussão pela frente. Volto outras vezes pra seguirmos juntos.

 

BRAGA, Adriana. Personas materno-eletrônicas: feminilidade e interação no Blog Mothern. Porto Alegre: Sulina, 2008

RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2008.

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Rede Social para freelancers

SuperTau é o nome da mais recente rede social cujo objetivo é conectar gente em busca de freela com empresas e outras pessoas que buscam talentos para oportunidades de trabalho.

O site combina rede social, mercado de trabalho e técnicas de RH para colocar em contato pessoas e projetos, destacando os conhecimentos valiosos e a experiência que as pessoas têm mas que nem sempre são bem explorados porque não sabem como e a quem oferecê-los.

Na rede criada para freelancers, fica mais fácil ao ofertante de um trabalho fragmentar as tarefas de seu projeto para que qualquer pessoa possa executá-las, tornando mais simples encontrar quem esteja disponível e disposto a aceitar a proposta. O site também tem um esquema de avaliação: tanto quem contrata quanto quem é contratado podem avaliar a empresa/projeto e o profissional, que fica visível para os usuários da rede social.

A rede até agora tem pouco menos de dois mil usuários, mas como tudo que é rede social tem a capacidade de ao menos gerar curiosidade, principalmente no Brasil, vale a pena, para você que busca uns freelas, criar seu perfil e ficar ligado na evolução das conexões nesse site.

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